Entressonho – poema de Mimila K Rocha

ENTRESSONHO

Naquela manhã ensolarada minha imaginação fluía livremente.

Era como se o pensamento não encontrasse barreiras, e as fronteiras que limitam tempo e espaço desaparecessem.

Fiquei apreciando o vai e vem do mar.

E as variadas brisas presentes, em contrastes com a vagareza do tempo, fez flutuar minha imaginação:

Porque será que a universalidade da cadência não segue propósitos humanistas uniformes?

Não sincronizadas, chegada e partida prosseguem com sua própria dinâmica

E o tic-tac do relógio, no seu compasso, segue se distanciando do passado e aproximando futuro da realidade.

Mimila K Rocha

Sobre joaoantoniofilho

João Antonio da Silva Filho é Mestre em Filosofia do Direito pala PUC - SP. É autor dos livros "A Democracia e a Democracia em Norberto Bobbio", "A Era do Direito Positivo" e "O Sujeito Oculto do Crime - Reflexões Sobre a Teoria do Dominio do Fato", publicados pela editora Verbatin. Advogado, foi vereador da capital por três mandatos consecutivos e deputado estadual por São Paulo. João Antonio nasceu em São João do Paraiso - norte de Minas Gerais. Atualmente é conselheiro do Tribunal de Contas do municipio de São Paulo.
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Uma resposta para Entressonho – poema de Mimila K Rocha

  1. SEBASTIAO G NASCIMENTO disse:

    Mimila acordou inspirado hoje. O tempo e o vento e as ondas são a mão que balança o berço dessa humanidade desforme.

    Curtido por 1 pessoa

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